Alguns brasileiros no Atlético de Madrid marcaram época, pois participaram de uma das eras mais vitoriosas da história do clube, em resumo, a era Simeone consagrou alguns brasileiros. Na última década, o Atleti ganhou títulos e elevou o patamar, além disso, potencializou alguns jogadores, incluindo alguns brasileiros:
Diego Costa
Sem dúvidas, o maior brasileiro da história do Atlético de Madrid, contudo, natural de Lagarto, Sergipe, se naturalizou espanhol e já defendeu a fúria em duas Copas do Mundo, contudo, não esconde o amor pelo Brasil, pois ultimamente defendeu as cores do Botafogo, Atlético MG e do Grêmio.
Ídolo absoluto da torcida do Atlético, peça-chave no título de La Liga 2013/14, qual marcou 27 gols e terminou como vice artilheiro da competição. Além disso, não se acomodou contra os gigantes Real Madrid e Barcelona. O jogador representou bem o clube como artilheiro, intenso e símbolo do estilo “Cholismo”, ou seja, combinava intensidade com técnica, além disso, sabia colocar velocidade em lances que recebia a bola atrás da última linha adversária em lançamentos. Também artilheiro da Copa do Rey na conquista de 12/13 com oito gols marcados. Entre eles, contra o Real Madrid numa vitória por 2 a 1 dentro do Bernabéu.
Logo, neste momento Diego Costa foi um dos melhores atacantes do futebol europeu e por isso foi vendido ao Chelsea. Apesar de o Atlético não ter conquistado a Champions, crucial com gols importantes nas fases iniciais. Sua ausência plena na final (lesionado), considerada um dos fatores que pesaram na derrota para o Real Madrid. Com duas passagens pelos colchoneros, fez 216 partidas, com 83 gols e 36 assistências.
Miranda: um dos melhores brasileiros no Atlético de Madrid
Zagueiro fundamental na era Simeone. Titular na campanha histórica de La Liga 2013/14 quando fez dupla lendária com Diego Godin. Ambos foram dois zagueiros de segurança defensiva, bom posicionamento, firme nas bolas aéreas e líderes do elenco.
Ou seja, liderança, regularidade e alto nível defensivo define o zagueiro brasileiro que naquele momento também tinha convocação para a seleção brasileira e muitas vezes titular, mais precisamente, titular da Copa do Mundo da Rússia em 2018 com cinco jogos.
Portanto, um dos melhores defensores estrangeiros que o Atleti já teve. Assim, como Diego, fez parte da era vitoriosa do clube, ganhou a Europa League, a LaLiga, a Copa do Rey e também a Supercopa da UEFA. Em todas estas competições, titular e às vezes contribuía com gols de cabeça em bolas paradas, pois, zagueiro de grande estatura, e marcou época no clube por ser vitorioso e com regularidade impressionante, ou seja, ídolo do Atlético de Madrid.
Filipe Luís
Um dos melhores laterais esquerdos da história do Atlético. Titular absoluto por anos, ganhou a La Liga, duas vezes a Europa League, duas Supercopa da UEFA e também a Copa do Rei, ou seja, muito vitorioso com a negativa de também não ter ganhado a UCL. Finalista duas vezes da UCL, ambas foram perdidas para o Real de Cristiano Ronaldo e cia.
No entanto, combinação perfeita de técnica, inteligência tática e entrega defensiva, se tornou Ídolo e referência na posição. Fez 333 partidas, o 18° jogador com maior número de jogos pelo clube, marcou 12 gols e 30 partidas.
Para os torcedores, não é lembrado por força física ou raça ao extremo, contudo, é lembrado por sua inteligência tática e de posicionamento que conseguiu fazer o papel de marcador contra grandes adversários, como Lionel Messi. Além disso, subia ao ataque para prestar suporte aos meias e aos pontas.
Imagem destaque: reprodução/Atlético de Madrid

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