Quando Guardiola chegou no City? Pep Guardiola chegou oficialmente ao Manchester City em 1º de julho de 2016. Portanto, completou mais de nove anos no clube com muitos títulos. Não se trata apenas de um treinador, mas sim de um gerente que mudou o patamar do clube.
Anunciando como novo treinador ainda em fevereiro de 2016, enquanto ainda estava no Bayern de Munique, mas só assumiu o comando do City ao final da temporada 2015/16, substituindo Manuel Pellegrini.
Desde então, Guardiola conquistou diversos títulos com o clube, incluindo 6 Premier Leagues (até 2025), dessas seis, quatro consecutivas, com a primeira em 20/21 e a último 23/24, portanto, algo inédito que superou a sequência três títulos do United de Alex Ferguson. Além disso, o segundo com mais títulos da competição como treinador, perdendo apenas para o próprio Ferguson que possui 13 títulos, ou seja, duas lendas.
No momento, Pep também tem como o City, 2 FA Cups, 4 Copas da Liga Inglesa, 2 Supercopas da Inglaterra (Community Shield) e o mais importante, uma Liga dos Campeões da UEFA (2022–23). A Champions marcou Guardiola como o maior treinador da história do City. Tirou o clube da fila após bater na trave várias vezes. Título que levou a ganhar um Mundial de Clubes (2023) e também uma Supercopa da UEFA no mesmo ano.
A temporada 22/23 ficou marcada com a maior de todas para o Manchester City, pois, ganhou os maiores títulos nacionais e todos os títulos internacionais disputados.
Portanto, o seu trabalho no City é considerado um dos mais bem sucedidos da história do futebol inglês.
As mudanças depois que Guardiola chegou ao City
Para ser um treinador tão vitorioso, não basta fazer o básico. Como diferenciais do manager espanhol, prática e cultiva um futebol de posição e domínio tático, assim, estabeleceu um modelo de jogo baseado em posse, controle e inteligência tática.
Com seus jogadores desenvolveu o conceito do “false full-back” (lateral que atua por dentro, como volante). Inspirou uma geração de técnicos e influenciou até adversários na Premier League.
Ou seja, transformou e fez evoluir jogadores medianos, em peças importantes, como Sterling, Stones e Zinchenko. Contudo, vários outros nomes que Pep bancou as contratações após escolher a dedo. Ou seja, possui autonomia, personalidade e convicção.
Além disso, elevou o nível de talentos já consolidados, como Kevin De Bruyne e Bernardo Silva. İlkay Gündoğan é mais um jogador que evoluiu em suas mãos, pois se tornou um volante/meia com chegada ao ataque dentro da área para finalizar para marcar gols. Jogador que se tornou ídolo e capitão da equipe.
Fez mudanças ousadas, como usar João Cancelo na lateral exposto e usar Phil Foden em várias posições. Além disso, usou para vários jogadores como ‘falso 9’ até a chegada de Erling Haaland.
Guardiola nunca repetiu o mesmo plano por muito tempo. Sempre se reinventou, mostrando repertório, criatividade e inteligência.
Contudo, a mudança de mentalidade que proporcionou, colocou o City entre os clubes mais respeitados do mundo, com padrão de excelência. Antes limitado a conquistas nacionais modestas, virou candidato fixo a todos os títulos. Em outras palavras, estabeleceu uma cultura vencedora e de exigência máxima, algo raro fora de clubes como Real Madrid ou Bayern.
Imagem destaque: reprodução/Man City

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