Confira quais os melhores meias brasileiros (ofensivos/armadores) na Europa em 2025. Contudo, lista difícil de ser preenchida, pois, a posição de meia armador brasileiro está escassa no futebol europeu, continente em que se encontram os melhores jogadores.
Portanto, alguns jogadores são meias de origem, outros jogam muito bem na posição por serem muito criativos.
Lucas Paquetá (West Ham – Inglaterra)
Meia ofensivo, segundo atacante ou até ponta articulador. Quando está em boa fase, tende a ser titular absoluto da seleção brasileira, porém, não fez boa temporada pelo West Wan. Ou seja, o clube todo fez temporada abaixo da temporada, já que brigou na parte de baixo da tabela com troca de técnico durante a Premier League e terminou na 14° posição.
Como atributos, possui técnica refinada, ótimo último passe, dribles curtos, leitura de jogo e presença ofensiva constante. Além disso, líder técnico da equipe.
Contudo, fora das quatro linhas, deve ser inocentado no julgamento de apostas ilegais sobre possíveis cartões amarelos forjados pelo brasileiro na Premier League. Assim, depois de resolvido, pode ingressar no futebol brasileiro para recuperar seus melhores momentos. O Flamengo mostra interesse em repatriar o jogador.
Na temporada 24/25, foram 4 gols e nenhuma assistências. No entanto, algo que chama atenção, são os números de cartões amarelos nas duas últimas temporadas na PL, com 10 em cada uma.
Andreas Pereira entre os melhores meias brasileiros na Europa
Atualmente no Fulham, o meia ofensivo/meia atacante de 29 anos tem grande capacidade de criação e infiltração. Além disso, figura regular nas últimas temporadas pelo clube.
Na temporada 2024–25, apareceu em 33 dos 38 jogos da Premier League com 2 gols e 6 assistências, portanto, 8 participações diretas em gols (gols+assistências). Ou seja, tem papel importante no elenco para criação de jogadas e também bolas paradas. Na maioria das vezes, líder das bolas paradas, principalmente em faltas, qualidade insubstituível do jogador, muitas vezes titular da seleção brasileira com boas atuações, contudo, a comissão técnica da seleção ainda não tem jogador fixo na posição.
Em questão de situação de mercado e futuro, houve sondagens de Marseille e grande interesse do Palmeiras e Flamengo, mas o Fulham, que o considera peça importante na luta por vaga europeia, recusou ofertas entre £20 mi. No entanto, o Palmeiras se mostrou o mais interessado.
Andreas Pereira é atualmente um dos melhores meias ofensivos brasileiros na Europa, mas, poderia ter um salto na carreira se ingressasse ao clube maior da própria Inglaterra ou até mesmo no Brasil, algo que levaria a concretizar seu nome como titular na ‘amarelinha’.
Observação de jogadores que podem evoluir na posição:
Matheus França (Crystal Palace – Inglaterra): Ex-Flamengo, com boa chegada na área e talento no 1×1. Em evolução, ainda buscando regularidade na Premier League. Ainda não teve oportunidade de completar 90 minutos na Premier League, na maioria dos jogos, entra na segunda etapa. No entanto, presente no elenco no primeiro título importante da história do Palace, ou seja, a Copa da Inglaterra.
Igor Paixão (Feyenoord – Holanda) – Costuma atuar aberto pela ponta esquerda, mas tem bons momentos atuando centralizado na criação. Trata-se de um jogador versátil que já atuou também como meia esquerda e meia direita. Um dos destaques do Feynoord na temporada 25/25, pois, marcou 16 gols e 10 assistências em 34 partidas na Eridivisie. Aos 25 nos, especulado em clubes de ligas maiores, possui principais habilidades, a velocidade, drible, criatividade e chutes de média distância.
Hoje, o Brasil tem mais meias centrais e volantes do que armadores clássicos na elite europeia. Jovens como Matheus França e Igor Paixão podem evoluir para esse papel criativo, mas ainda estão se consolidando.
No entanto, ainda podemos citar o recém contratado do Manchester United, ou seja, Matheus Cunha, jogador muito criativo que atua principalmente como meia ofensivo e segundo atacante.
Tem a função de ancorar o centroavante, criar oportunidades e chagar a área para finalizar. Na última época, marcou 17 gols e 6 assistências, portanto, ótimos números que fizeram os red devils pagar €74,2 milhões. Matheus foi o um dos responsáveis por ajudar o Wolves a crescer de produção e deixar a briga pela zona de rebaixamento da Premier. Em outras palavras, cresceu nas mãos do treinador português Vítor Pereira. Além disso, fez a função de meia na seleção brasileira, mas, na maioria das vezes, atuou como centroavante, mais uma posição sem titular absoluto.
Imagem destaque: reprodução/Wolves
